quinta-feira, 28 de junho de 2012

TUDO QUE VICIA COMEÇA COM "C"



 Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios.
Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e,de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C!
De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com ...cê.
Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê.
Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c.
Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum.
Impressionante, hein?
E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.
Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco.
Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.
Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura.

 Luiz Fernando Veríssimo


Pois é..né..?

Sandra Freitas

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eu que fiz..rs

Inspirada nesse povo pra lá de criativo e competente,

(https://www.facebook.com/#!/meumoveldemadeira
http://www.meumoveldemadeira.com.br/
http://www.minhacasaminhacara.com.br/)

fiquei louca e comecei a ver tudo com possibilidade de transformação, a começar da minha casa. Mudei meus móveis de lugar, troquei objetos, cortinas, fiz novos arranjos de flores, um up (zinho).
Na faxina geral encontrei uma embalagem dessas de faqueiro, lembrei umas fotos que eu tinha e resolvi fechar o dia com chave de ouro. Olha aí o resultado:



Primeiro desparafusei as dobradiças da parte de trás. Esses detalhes dourados não tirei. Como a peça é de papelão revestida com papel camurça, deu o maior trabalho remover as dobradiças sem danificar a caixa, por isso não quis arriscar com os detalhezinhos douradinhos, e a presença deles nem fez tanta diferença assim.



O acabamento fiz com fita isolante preta, aquela que tem na caixa de ferramentas do maridão.
Finalmente fiquei feliz com o resultado e pendurei no nosso quarto. Meu marido amou!!!!!!!!!!!!!! e eu também fiquei feliz ...





Meu primeiro trabalho!!! rsrsr..

bjokas

Sandra Freitas

terça-feira, 12 de junho de 2012

Idioma nosso de cada dia...

Aprendi a ler os abraços
indecentes das suas consoantes em minhas vogais,
a entender o intrìnseco coito das sílabas poetadas,
a interpretar a insinuante dança dos conectivos,
só pra descobrir os seus intentos nas entrelinhas.
Hoje nos píncaros invernosos/ primaveris
aprendo a penúltima lição:
o prazer do seu silêncio enamorando o meu.
E aguardo ansiosa pela última....aula..

Sandra Freitas

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Bh e Paris...


Afastada  a intenção  puramente comercial,  a criatividade deu um ar de
realidade na coisa, de maneira que é impossível não aplaudir.
Eu sempre caminhei pela praça da liberdade respirando o glamour de Paris (ainda que só tenha a conhecido pelos livros e filmes).


Sandra Freitas