Programa do dia das Crianças? Fazer Cupcakes com minha sobrinha linda Hélem....
Ficaram deliciosos....minha flôrzinha..
Foi delícioso!!!!
Sandra Freitas.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Quem conhece o Juquinha?
A estátua do Juquinha é uma homenagem ao andarilho que hoje faz parte da história da Serra do Cipó. A escultura, tem aproximadamente 3 metros de altura, foi construída sobre um platô, proporcionando uma bela visão ...
panorâmica de toda a Serra.
Juquinha foi um personagem real que vagava pelos campos colhendo flores, mudas e raízes para depois oferecê-las aos turistas, ou trocá-las por objetos de seu interesse e até mesmo comida.
Sua forma simples de conviver junto à natureza, e apego às montanhas, onde vivia, fez do Juquinha uma figura extremamente popular e querida. Várias lendas rondam até hoje, sua história, e há quem afirme que se tratava de um duende ou mesmo um ET.
Tais fatos se devem, sobretudo, à doença rara que o acometia, a catalepsia, que fazia com que seu coração parasse de bater, parecendo morto e, passado algum tempo, “voltando á vida”.
Assim, houve mais de um velório do Juquinha, que, aparentemente por milagre, se levantava de repente do caixão, para assombro de todos.
O Juquinha da Serra nunca se casou, e morreu no ano 1983. Sua estátua foi erguida em 1987, no Alto da Serra do Cipó e atualmente é considerada um símbolo e até protetor da Serra.
A localização da estátua fica na Rodovia MG 010 Km 117 – Alto do Palácio- Santana do Riacho.
Juquinha foi um personagem real que vagava pelos campos colhendo flores, mudas e raízes para depois oferecê-las aos turistas, ou trocá-las por objetos de seu interesse e até mesmo comida.
Sua forma simples de conviver junto à natureza, e apego às montanhas, onde vivia, fez do Juquinha uma figura extremamente popular e querida. Várias lendas rondam até hoje, sua história, e há quem afirme que se tratava de um duende ou mesmo um ET.
Tais fatos se devem, sobretudo, à doença rara que o acometia, a catalepsia, que fazia com que seu coração parasse de bater, parecendo morto e, passado algum tempo, “voltando á vida”.
Assim, houve mais de um velório do Juquinha, que, aparentemente por milagre, se levantava de repente do caixão, para assombro de todos.
O Juquinha da Serra nunca se casou, e morreu no ano 1983. Sua estátua foi erguida em 1987, no Alto da Serra do Cipó e atualmente é considerada um símbolo e até protetor da Serra.
A localização da estátua fica na Rodovia MG 010 Km 117 – Alto do Palácio- Santana do Riacho.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Holocausto
Perscrutante olhar
flecha ao alvo
sonda perene
pseudo sentimento,
rendido
esquartejado,
fogo crepitante
cinzas ao vento
suave aroma
prazer e vitória.
Sandra Freitas
Quarto de costura
Por fora, consumado.
Por dentro, inacabado.
efêmero sossego,externos desalinhos.
Passos (in)seguros, diferentes caminhos.
sendo a mesma e outras
sendo outras
e eu, sempre.
Sandra Freitas
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Kari Jobe -You Are For Me
Só você Senhor Jesus preenche todos os meus espaços, minha lacunas, só você Jesus, só você.
Sandra Freitas
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Lindo de ver, tocar, sentir
3a Mostra de Arte Insensata | Tato, Trato e Retrato |Aconteceu nos dias 27 a 30 de junho de 2012 | Espaço 104.
A 3ª Mostra de Arte Insensata e´ uma iniciativa da Política de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Sau´de Belo Horizonte, implantada há 19 anos, e propõe um novo olhar sobre a loucura a partir dos produtos estéticos e artísticos produzidos nos Centros de Convivência e em outros serviços da rede de Saúde Mental do município. É uma proposta de diálogo com a sociedade sobre o lugar da arte e sua intercessão com a loucura. Os cidadãos em sofrimento mental assistidos por essa Política nos chamados “serviços substitutivos” são os protagonistas deste evento, atuando como artistas ou assumindo as mais diferentes tarefas nos diversos setores da 3ª Mostra.
Um do eventos mais emocionantes que já participei n avida. Um contato estranho e maravilhoso comigo mesma. Em cada peça, cada quadro, cada cor, me vi, me li, me abracei e se ainda restava algum conceito sobre "anormalidade", "normalidade", perdi todos, fui inteiramente absorvida pelos olhos, braços e abraços deliciosos da "insanidade".
Simplesmente ímpar!
| Na bacia: água transparente, espelho pra se ver, poema pra sentir... |
| A verdadeira identidade de todos nós... |
| O porque das bacias... |
As imagens abaixo são de um museu montado na amostra. Na porta um usuário recebeu-me com um sorriso no rosto e disse: "Bem vinda ao "museu interior", espero que você se ache aqui dentro" E de fato tinha tudo que sinto que de alguma forma está em mim:
| Um partitura de uma música que só Deus sabe cantar... |
| Um parafuso que não me pertence mais... |
| poemas tortos, vivos e mortos ... |
| A beleza da loucura... |
| um canto remoto de luz e simplicidade... |
| um canto obscuro de introspecção. A máquina de escrever, o escrever da máquina. Escrever, verborrear...sempre |
Essa foi a primeira imagem com a qual me deparei na exposição. Sentei no chão pra ler e chorei.
E tudo isso em excelente companhia: Uma psicóloga, uma socióloga e uma advogada a favor da luta antimanicomial..rsrsr
Valeu pena! Ano que vem tem mais....
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Coragem
"Nada em mim foi covarde, nem as desistencias. Desistir, ainda que nao pareça, foi meu grande gesto de coragem".
Caio F. Abreu.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Eu que fiz..rs
Inspirada nesse povo pra lá de criativo e competente,
(https://www.facebook.com/#!/meumoveldemadeira
http://www.meumoveldemadeira.com.br/
http://www.minhacasaminhacara.com.br/)
fiquei louca e comecei a ver tudo com possibilidade de transformação, a começar da minha casa. Mudei meus móveis de lugar, troquei objetos, cortinas, fiz novos arranjos de flores, um up (zinho).
Na faxina geral encontrei uma embalagem dessas de faqueiro, lembrei umas fotos que eu tinha e resolvi fechar o dia com chave de ouro. Olha aí o resultado:
Primeiro desparafusei as dobradiças da parte de trás. Esses detalhes dourados não tirei. Como a peça é de papelão revestida com papel camurça, deu o maior trabalho remover as dobradiças sem danificar a caixa, por isso não quis arriscar com os detalhezinhos douradinhos, e a presença deles nem fez tanta diferença assim.
(https://www.facebook.com/#!/meumoveldemadeira
http://www.meumoveldemadeira.com.br/
http://www.minhacasaminhacara.com.br/)
fiquei louca e comecei a ver tudo com possibilidade de transformação, a começar da minha casa. Mudei meus móveis de lugar, troquei objetos, cortinas, fiz novos arranjos de flores, um up (zinho).
Na faxina geral encontrei uma embalagem dessas de faqueiro, lembrei umas fotos que eu tinha e resolvi fechar o dia com chave de ouro. Olha aí o resultado:
O acabamento fiz com fita isolante preta, aquela que tem na caixa de ferramentas do maridão.
Finalmente fiquei feliz com o resultado e pendurei no nosso quarto. Meu marido amou!!!!!!!!!!!!!! e eu também fiquei feliz ...
Meu primeiro trabalho!!! rsrsr..
bjokas
Sandra Freitas
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