sexta-feira, 21 de outubro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Parabéns Dinha!!!!
Se minha irmã fosse flôr, seria um Cactus, dura, arredia e até cheia de espinhos. Mas basta tomar um sol que logo floresce, enfeitando qualquer ambiente. E hoje mais do que nunca, ela enfeita a minha vida...
Te amo mana...
(Sandra Freitas)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Um novo verbo, esperançar
O trecho abaixo foi extraido de um texto maravilhoso, que inevitavelmente nos leva a refletir sobre a vida a nossa volta equanto achamos que nada parece acontecer. Esse texto é de uma pessoa muito especial, meu mestre Áquila, que em pouco tempo, nos fez entender que a arte de ensinar não se restringe aos limites da sala de aula. Contemplem, reflitam e apreciem sem moderação...
O texto na integra: http://www.facebook.com/alexsafs#!/notes/%C3%A1quila-mazzinghy/contempla%C3%A7%C3%B5es-de-esperan%C3%A7a/244610645574101
Bjokas e Bom final de semana a todos.
Sandra Freitas.
Bjokas e Bom final de semana a todos.
Sandra Freitas.
[...]Espera é contemplar as galinhas no terreiro. Galinha “botadeira” põe seus ovos cuidadosamente em seu ninho, dia após dia. Depois, exila-se de tudo por 21 dias. 21 dias sem comida, sem bebida, sem as amigas do “puleiro”. 21 dias de proteção constante aos seus bens mais preciosos. 21 dias de calor terno. 21 dias que separam meras clara e gema de uma vida autônoma. Contemplar galinhas “botadeiras” é aprender constância, paciência, renúncia, proteção. O sonho não se faz na agitação e no barulho de um galinheiro. Contemplar galinhas nos faz ver que é a constância do calor da mãe, nem muito nem pouco, que gera os pintinhos. Quando eu era criança, roubei um ovo de um ninho e o coloquei dentro do forno ligado do fogão. Não deu certo. O ovo cozinhou. Muito calor mata a vida. Pouco calor não gera a vida que sonhamos. O que vai gerando a vida não é a pressa, mas o suor do dia-a-dia, a renúncia de estar entre amigos, de sentar-se sozinho e chorar, de sentar-se sozinho e estudar e trabalhar, a renúncia do imediato, a renúncia dos holofotes, a proteção dos sonhos contra chuva, vento e calor, contra inveja, ganância e competição.[...]
[...]Esperar nos ensina a desconfiar de muito barulho. Milhões de árvores crescendo não emitem som algum. Uma só árvore caindo pode-se ouvir de longe. A espera é que, no final, mostra que as muitas palavras e pirotecnias de alguém não passavam de barulho de um motosserra.
A espera e o escorrer da vida separam colegas de amigos. O tempo separa os amigos daqueles que são uma só alma vivendo em corpos separados. No final, descobre-se que estamos cercados de muitos colegas, poucos amigos, e raríssimos amigo de alma. No viver da vida podemos nos ferir, mas podemos também ser a cura.
Áquila Mazzinghy
Áquila Mazzinghy
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Meu primeiro amor...
O primeiro homem que amei de verdade na minha vida foi meu pai. E por ele sofri e ainda sofro toda a dor pertinente ao amor. Essa dor de levar pedaços do outro implantados em si mesmo, essa dor indefinida de estar eternamente enxertado em alguém, independente das mazelas que o integram. Sente-se parte e pronto. Te amo Papis...
(Sandra)
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Declarar o governo de Deus em nossas vidas
quando tudo parece bem, é muito fácil.
Mas e quando as coisas não estão de acordo com a nossa vontade?
Deus deixou de governar? Tirou férias? Uma licença?
Certamente Deus não é homem para que minta,
nem Filho do homem pra que arrependa,
porventura tendo ELe prometido, não o fará?
Oh Senhor Jesus,
me ajude a amar a sua Vontade mesmo
que ela seja contrária a minha,
e entender que seu governo é constante, firme, inabalável.
Sandra Freitas.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Meu nome é mulher
Amanheço riacho manso
Águas límpidas descendo a serra
Tão logo curvo o monte
me torno em turbilhão.
Assolo, removo a terra,
desço lambendo a plantação,
borbulho sentimentos,
emoções cativas,
esfrio, aqueço,
chovo lava de vulcão.
Não caibo em mãos,
nem olhares
grito brisa,
cochicho trovão.
Sou fúria em versos
que escorrem,
das águas do meu coração.
Sandra Freitas
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